quarta-feira, 2 de junho de 2010

Musical de ROMEU E JULIETA na Casa das Artes de Arcos de Valdevez







Na passada sexta-feira, dia 28 de Maio, o auditório da Casa das Artes concelhia abriu as portas para receber mais uma co-produção do município com o Agrupamento de Escolas de Valdevez. Foi com lotação esgotada que os alunos deram corpo ao seu trabalho da Área de Projecto, interpretando a tragédia "Romeu e Julieta". Uma peça escrita nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare (entre 1591 e 1595) sobre dois adolescentes cuja morte acaba por unir as suas famílias, outrora em pé de guerra, e que se trata de uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro, sendo hoje, o relacionamento dos jovens Romeu e Julieta considerado como o arquétipo do amor juvenil. Como a obra tem sido, ao longo dos cinco séculos de realização, constantemente readaptada, o coordenador do projecto, José Barros optou por encenar a peça baseando-se na versão de Zeffirelli (1968). "Versão cinematográfica indicada como melhor filme". Tendo sido alvo de alguns ajustes, o professor encenou uma peça teatral que se construiu de "quadro em quadro, com recurso às novas tecnologias, privilegiando fortemente as componentes imagética e sonora, aliadas à dramatização das cenas mais representativas da obra". Segundo o mesmo, "este projecto tem a particularidade de ser um original em termos de concepção e dramatização, uma vez que se insere no domínio da Área de projecto do 12ºA, com a participação de alunos desta turma e de outras pertencentes à escola EB 2,3/S de Arcos de Valdevez". Destacou, ainda, o facto de também participar no projecto o actor residente da Casa das Artes de Arcos de Valdevez, Nuno Pinto, bem como o professor de Dança Contemporânea, Carlos Silva, responsável pela coreografia de algumas cenas". José Barros, como coordenador desta actividade artística, não deixou de fora "palavras de apreço e gratidão ao município, que apoiou e disponibilizou todos os meios técnicos para a sua realização; à Direcção da Escola EB 2,3/S de Arcos de Valdevez, que se mostrou receptiva e apoiou esta iniciativa desde o primeiro momento; à Nova Comédia Bracarense que disponibilizou os cenários; à Casa S. José - Viana do Castelo e à Casa Felicidade das Noivas - Cervães, que disponibilizaram o guarda-roupa e à Publivez, que ficou encarregue pela luz e som." Integraram o elenco desta produção Eduardo Pontes como Romeu, Bruna Esteves como Julieta, José Barros como Frei Lourenço, Catarina Carneiro como Srª Capuleto, Jorge Barros como Srº Capuleto, Nuno Pinto como Mercúrio, Hélder Alves como Tebaldo, Joel Sousa como Benvólio, Teresa Cardoso como Ama e Patrícia Ferreira como Bobo. O Canto este a cargo de Juliana Gaspar, Vânia Rocha e José Barros. MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ, 2010-06-01

elenco do ROMEU e JULIETA

quarta-feira, 19 de maio de 2010

ROMEU e JULIETA - 28 de Maio (22h) - Casa das Artes de Arcos de Valdevez


A partir da versão do filme de Franco Zeffirelli (1968), um grupo de alunos do secundário, do Agrupamento de Escolas de Valdevez, leva à cena no dia 28 de Maio de 2010, no Auditório Principal da Casa das Artes de Arcos de Valdevez, a tragédia Romeu e Julieta, colocando frente a frente o ódio antigo entre duas famílias (Capuleto e Montéquio) na cidade de Verona. Do conflito latente nasce o amor nos corações dos seus descendentes directos, gerando um desfecho trágico.


Com texto adaptado por José M. Barros, coordenador do projecto, a partir do original de Shakespeare, o espectáculo constrói-se de quadro em quadro, com recurso às novas tecnologias, privilegiando fortemente as componentes, imagética e sonora, aliadas à dramatização das cenas mais representativas da obra. O bilhete do espectáculo pode ser adquirido na Casa das Artes de Arcos de Valdevez e o preço é de 2 euros para o público.


quinta-feira, 22 de abril de 2010

FEST'ARTE - V FESTIVAL DE TEATRO AMADOR - NOVA COMÉDIA BRACARENSE




A Nova Comédia Bracarense, Companhia de Teatro Amador de Braga, apresenta o V Festival de Teatro "FEST'ARTE" que está a decorrer no Centro Cívico de Palmeira (Braga) até ao dia 29 de Maio de 2010. O evento cultural conta com a presença de alguns grupos da região do Norte do país que durante os meses de Abril e Maio vão apresentar os seus espectáculos ao público em geral. Consulte a programação do cartaz e seleccione o seu gosto teatral. Aos domingos poderá assistir a um espectáculo infantil.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Comédia O MORGADO DE FAFE EM LISBOA - IV Festival de Teatro Amador Terras de Camilo


A Nova Comédia Bracarense, Companhia de Teatro Amador de Braga, no passado dia 20 de Fevereiro, sábado, na Casa de Camilo (Seide S. Miguel) levou à cena uma vez mais a comédia O Morgado de Fafe em Lisboa. Por se tratar de uma das obras mais conhecidas do autor no campo da dramaturgia, a Casa de Camilo acolheu a Companhia de Teatro com particular simpatia e apreço, dando possibilidade à comunidade local de apreciar o texto do seu autor consagrado e a perfomance dos actores pertencentes a este grupo artístico. A encenação, da responsabilidade de Fernando Pinheiro (encenador, poeta, dramaturgo e romancista), teve o condão de surpreender o público que ali veio passar um serão agradável, saboreando as tiradas jocosas, arrancadas pelo sincero e rústico Morgado, sempre apimentadas com uma linguagem característica de província, em contraste com a bela sociedade lisboeta, ridicularizada pelas suas etiquetas e regras sociais.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nota de Imprensa sobre a obra O MISTÉRIO DA ILHA PERDIDA de José Manuel Barros - Notícias dos Arcos

José Barros falou sobre o seu livro O Mistério da Ilha Perdida aos alunos dos 10º e 11º anos, participantes no Concurso Nacional de Leitura.
No passado dia 11 de Janeiro, os alunos dos 10º e 11º anos que participaram no Concurso Nacional de Leitura e encontraram-se com o autor da obra sobre a qual fizeram a sua prova. Numa conversa muito informal, o escritor José Barros, que também é professor no Agrupamento de Escolas de Valdevez, falou da sua obra e também do seu percurso de vida, abrindo novas perspectivas de leitura e não deixando dúvidas sobre o trabalho que é necessário desenvolver, no labor da escrita. Depois da apresentação, alguns alunos que assistiam mesmo não participando no concurso (e, por isso, não tinham lido a obra) disseram, entusiasmados, que «-Até fiquei com vontade de ler o livro!». Oxalá o façam!
Nesta obra onde entrelaçam aventura, ficção, trama amorosa, um fundo histórico e até mitologia, os alunos encontrarão, certamente, algumas horas de prazer e descobrirão a sensação (agradável, neste caso) de terem sido «enganados» pelo autor: é que o final surpreende o leitor mais atento, conduzindo-o numa direcção inesperada, mas que confere ao texto uma forte coesão.
Notícias dos Arcos, 4/02/2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

NOVA COMÉDIA BRACARENSE - VI FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE AMADORES




A Nova Comédia Bracarense, companhia de Teatro Amador de Braga, vai levar à cena no dia 29 de Janeiro, sexta-feira, pelas 21.45, no Theatro Club da Póvoa de Lanhoso, a comédia "O Morgado de Fafe em Lisboa ", da autoria de Camilo Castelo Branco, com encenação de Fernando Pinheiro. O evento insere-se no âmbito da realização do Festival Nacional de Teatro Amador que se realiza na Póvoa de Lanhoso. "O Morgado de Fafe em Lisboa" abre assim o festival, seguindo-se outras representações de vários grupos de teatro, com destaque especial para o dia de encerramento com a peça" Felizmente há Luar" da responsabilidade do grupo Teatro Meia Via.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Comédia O MORGADO DE FAFE EM LISBOA - Nova Comédia Bracarense esteve em Gondar

A Nova Comédia Bracarense esteve este sábado, dia 16 de Janeiro, em cena com a peça de Camilo de Castelo Branco "O Morgado de Fafe em Lisboa", em Gondar (Guimarães) para mais uma representação, contando com a presença de José Manuel Costa, jornalista e editor da Operaomnia, que em parceria com a Companhia de teatro amador de Braga tem desenvolvido um trabalho valioso quer na divulgação dos autores do Minho, quer na reedição de obras de autores consagrados da Literatura portuguesa. O espectáculo contou com a presença de bastante público local que com agrado respondeu à chamada, aplaudindo no fim os artistas com entusiasmo.