sábado, 4 de abril de 2015

DIVULGAÇÃO - tragédia O VIOLADOR na Casa de Camilo - 2015




O texto inédito O Violador levado à cena pela Nova Comédia Bracarense, da autoria de José Manuel Barros, sobe ao palco do auditório da Casa de Camilo, no próximo sábado, dia 11 de abril, para participar no IX Festival de Teatro Amador - Terras de Camilo. O texto foi inicialmente um drama escrito no contexto da formação de públicos BRAGACULT - CTB, durante a realização da oficina de escrita criativa sob a responsabilidade do dramaturgo Abel Neves, sendo posteriormente convertido em tragédia. A peça, escrita num ato, desenrola-se à volta de um conflito familiar em que as relações conjugais são postas à prova, despoletando sentimentos de desconfiança e culpa entre as personagens.
Jack, o velho fazendeiro da propriedade dos Doyles, vê-se enredado numa teia de mentiras e segredos que ele mesmo construiu num passado distante e que agora o colocam perante a justiça de Mary, sua esposa. A morte do cachorro Duck e a recordação desse acontecimento, ocorrido há trinta anos, vem perturbar a estabilidade do casal, já que Jack havia preparado nesse tempo uma cilada à esposa para provar a sua infidelidade. Mary, a antiga criada dos Doyles, vê o momento oportuno para se libertar desse passado obscuro, carregado de traições e medos, reclamando para si um espaço de sobrevivência.
Assim, através de um jogo de palavras, trocas de acusações, agressões físicas e violência psicológica, de parte a parte, a expiação de culpa serve de pretexto para este exercício dramático, em que o exorcismo dos sentimentos e pensamentos das personagens são escalpelizados até que a verdade surja à luz do dia, sem piedade nem subterfúgios.
O regresso do Forasteiro, personagem-chave desta trama, vem repor em certa medida a verdade no seio do clã, apesar da sua insanidade e perversidade. A ação decorre no Estado de Mississippi e estamos nos meados do século XX.   

                                                                                JOSÉ MANUEL BARROS

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Apresentação do livro LENINEGRADO (drama)




SINOPSE
 Inserido no contexto da II Guerra Mundial, LENINEGRADO retrata o drama social vivido por um grupo de personagens que, durante o cerco movido pelas forças nazis à cidade russa, se vê obrigado a tomar decisões relativamente ao seu futuro. O seu enredo, todo ele desenvolvido numa atmosfera de intriga e conflito e a exigir uma reflexão atenta acerca dos valores universais que a situação histórica põe em causa, é partilhado por uma bailarina russa, uma jovem judia, um jovem militar, um empresário metalúrgico e um negociante de arte, partidário da ideologia nazi. Movidas por interesses e ambições pessoais, as personagens procuram sobreviver à guerra, encontrando no amor e nas paixões desenfreadas uma esperança que lhes permita não só um sentido para a vida como uma garantia de futuro. Mais do que contar uma história ou revisitar a História, este exercício textual alerta-nos para o perigo de o processo histórico ser dramaticamente perturbado por ideologias nacionalistas eivadas de fanatismo e preconceito.



























quinta-feira, 26 de março de 2015

Farsa O BOM PATIFE encerra e comemora o Dia Mundial de Teatro 2015 - Centro Cívico de Palmeira (Braga)





A farsa "O Bom Patife" sobe ao palco pela última vez no Centro Cívico de Palmeira, sexta-feira, pelas 21.45, encerrando as comemorações do dia Mundial do Teatro. O texto, da autoria de José Manuel Barros, tem dez anos de existência (2005-2015), e sete anos de representações levadas a cabo pela Nova Comédia Bracarense, Companhia de Teatro Amador de Braga. Foram tantas as memórias e alegrias à volta desta farsa que o grupo fez questão de assinalar esta efeméride e brindar o público da freguesia de Palmeira com mais uma representação. Percorrendo vários palcos da região do Minho durante sete anos, a farsa teve o condão de divertir o público de todas as idades, provocando o riso e sátira à volta da história de um Capitão que, em plenas exéquias, simula o seu próprio funeral, tentando enganar a família e meio mundo. Mais do que uma farsa, o texto vale pela sua comicidade e situações burlescas recriadas a partir do aparecimento de duas mulheres (Encarnaçõn e Prazeres) que vêm, por um lado, provocar uma verdadeira confusão familiar e, por outro lado, revelar o verdadeiro caráter do famigerado Capitão, tido em boa conta na sua região como um homem honrado e justo. Os ingredientes estão lançados para uma noite de riso e boa disposição. Como autor do texto, quero enaltecer e homenagear aqui o desempenho dos atores e atrizes desta peça, bem como os técnicos de luz e som, que durante vários anos vestiram estas personagens, deram corpo e voz ao seu papel, com a máxima entrega e carinho, demonstrando o seu amor à arte de representação em palco. A todos eles, um bem haja e viva o teatro!

José Manuel Barros

Tragédia O VIOLADOR - ecos de imprensa

(notícia de O Diário do Minho, 24 de Março de 2015)

domingo, 22 de março de 2015

Estreia da tragédia O VIOLADOR de José Manuel Barros (2015)




«O teatro continua bem vivo em Palmeira. Para provar isso mesmo, dezenas de pessoas deslocaram-se no passado Sábado à noite ao Centro Cívico da freguesia para assistirem a mais uma estreia da Nova Comédia Bracarense, que apresentou “O Violador”. A peça do reputado dramaturgo José Manuel Barros, vencedor do Grande Prémio de Teatro INATEL, que contou com o apoio da Junta de Freguesia de Palmeira e da Câmara Municipal de Braga, mereceu a atenção e admiração do público presente. No final, as cortinas voltaram a correr perante o ruidoso aplauso da plateia. Veja agora algumas imagens.» (site da Junta de Freguesia de Palmeira). 







SINOPSE: 


O texto inédito O Violador levado à cena pela Nova Comédia Bracarense, da autoria de José Manuel Barros, é um drama inicialmente escrito no contexto da formação de públicos BRAGACULT - CTB, durante a realização da oficina de escrita criativa sob a responsabilidade do dramaturgo Abel Neves, sendo posteriormente adaptado para o género de trágédia. A peça, escrita num ato, desenrola-se à volta de um conflito familiar em que as relações conjugais são postas à prova, despoletando sentimentos de desconfiança e culpa entre as personagens.
Jack, o velho fazendeiro da propriedade dos Doyles, vê-se enredado numa teia de mentiras e segredos que ele mesmo construiu num passado distante e que agora o colocam perante a justiça de Mary, sua esposa. A morte do cachorro Duck e a recordação desse acontecimento, ocorrido há trinta anos, vem perturbar a estabilidade do casal, já que Jack havia preparado nesse tempo uma cilada à esposa para provar a sua infidelidade. Mary, a antiga criada dos Doyles, vê o momento oportuno para se libertar desse passado obscuro, carregado de traições e medos, reclamando para si um espaço de sobrevivência.
Assim, através de um jogo de palavras, trocas de acusações, agressões físicas e violência psicológica, de parte a parte, a expiação de culpa serve de pretexto para este exercício dramático, em que o exorcismo dos sentimentos e pensamentos das personagens são escalpelizados até que a verdade surja à luz do dia, sem piedade nem subterfúgios.
O regresso do Forasteiro, personagem-chave desta trama, vem repor em certa medida a verdade no seio do clã, apesar da sua insanidade e perversidade. A ação decorre no Estado de Mississippi e estamos nos meados do século XX.   




PERSONAGENS                                                                               INTÉRPRETES

O Forasteiro…………………………………………………..............Nuno Faria
Jack……………………………………………………………….......Vasco Oliveira
Mary……………………………………………………………..........Ana Paula Leite

FICHA TÉCNICA:

Texto dramático………………………………………….....................José Manuel Barros
Encenação………………………………………………….................José Manuel Barros
Sonoplastia e Luz……………………………………….......................Carlos Barbosa
Cenografia/ caracterização/figurinos………............................................Coletiva
Direção artística………………………………………….....................Carlos Barbosa
Produção……………………………………………………...............NCB 2015




segunda-feira, 19 de janeiro de 2015