A COMÉDIA DA MARMITA, obra de Plauto levada a palco pela NOVA COMÉDIA BRACARENSE, no Auditório do Centro de Estudos Camilianos, no dia 22 fevereiro de 2020. A história de um pobre chamado Euclião que encontra uma marmita cheia de ouro e esconde o tesouro, passando a desconfiar de tudo e de todos.NOVA COMÉDIA BRACARENSE apresenta A COMÉDIA DA MARMITA, de Plauto, no XIV Festival de Teatro Amador Terras de Camilo, 22 de fevereiro (sábado)
Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
A peça “ A Comédia da Marmita”, escrita por Plauto, comediógrafo romano (254 a.C. – 184 a.C), é considerada uma comédia de intriga e caráter. Como comédia de intriga, o enredo gira em torno das peripécias e equívocos de Euclião, um pobre velho que um dia descobriu na sua lareira uma marmita cheia de ouro e ficou de tal forma cego por ele que vive atormentado com a sua perda. Por outro lado, esta peça centra-se também na história de amor da filha de Euclião, grávida de Licónides. Os dois enredos desenrolam-se, independentemente um do outro, porém surgem entrelaçados, visto que os incidentes (o roubo da marmita, e a confissão de Licónides) apressam vertiginosamente o seu desfecho. Como comédia de caráter, a peça destaca a avareza de Euclião, um velho desconfiado e de rude trato que tenta a todo o custo esconder o ouro dos olhares mais cobiçosos. Como tal, a sua figura cai no ridículo quando intenta através de diversas artimanhas ocultar o seu tesouro. No fundo, Plauto pretendeu pintar Euclião como uma figura caricata e um pobre diabo que ficou transtornado com a súbita descoberta do ouro.
Assim, neste exercício teatral, adaptado a partir do original da obra de Plauto, o espetáculo decorre com graça e riso, integrando momentos de música e dança, procurando desta forma recriar em palco cenas hilariantes de diversão e comicidade. Neste âmbito, o teatro de Plauto serve-se essencialmente do gesto e da caricatura para provocar efeitos cómicos já que se assume como um teatro voltado para as massas populares com o intuito de arrancar uma boa gargalhada do público. (…)
Companhia Teatral: Nova Comédia Bracarense (Braga)
Encenação - José Manuel Barros
Assistente de encenação - Liliana
Ficha Artística/Elenco |
Euclião - Manuela Ribeiro
Estáfila - Helena Machado
Fedra - Etelvina Sousa
Eunómia - Helena Guimarães
Licónides - Vitor Machado
Megadoro - Vasco Oliveira
Pitódico - Sérgio Coelho
Ântrax - Lucas
Congrião - Miguel Araújo
Mácio - Joshua




























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